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Pirâmides, tempestades e outros

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1 Pirâmides, tempestades e outros em Sab 22 Fev 2014, 17:53

Sam

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Estava claro, ensolarado. As infinitas pegadas deixadas na areia desértica atrás de mim poderiam significar cansaço, extremo esforço, para alguém comum. Mas minha pretensão batia mais forte, se sobrepunha a qualquer obstáculo que tentasse impedir meu objetivo. Meu corpo poderia responder, mas nunca fraquejar. Fiz da minha fraqueza a minha força, e da minha necessidade a minha virtude, e alimentava-me desse pensamento para adquirir resistência nos momentos mais necessários.

O deserto nunca foi fácil, nem mesmo para moradores de Sunagakure no Sato. Pode ser perigoso, e até mesmo traiçoeiro para ninjas extremamente habilidosos. Ninguém é perfeito. Eu caminhava perto de um centro de treinamento quando ouvi por acaso uma notícia de uma tempestade monstruosamente imensa aproximando-se da vila pelo lado sul do deserto, podendo se ramificar para o leste, oeste ou simplesmente terminar do lado onde começou. Seria uma tragédia alguém ter de se aventurar por lá enquanto ela passeava por ali, arrastando para nunca mais voltar aqueles que cruzarem seu caminho.

A parte leste do deserto que circunda a vila sempre foi mais calmo, mais tranquilo, mas não significa que seja sempre piedoso. Avistei, ao longe, um lago próximo a algumas plantas xerófilas predominantes da região. Miragem, pensei subitamente. O sol começava a se pôr no oeste, e o calor excessivo logo seria trocado por um deserto extremamente gelado. A culpa é da areia, e na sua facilidade em ganhar e perder temperatura facilmente. Para aqueles que não conhecem o deserto bastante bem, se perder por aqui sozinho seria assinar um atestado de óbito. É um lugar cheio de surpresas.

A enorme pedra ao longe logo começou a tomar o formato piramidal, quando algumas estrelas começavam a brotar no céu semiescuro. Minha pequena estatura tornava-me mais lento, e por mais que eu tentasse agilizar o processo de locomoção, meu corpo respondia naturalmente, fazendo-me perder bastante água. Próximo a mim havia alguns cactos agrupados, com espinhos tão finos capazes de perfurar meu braço inteiro. Mas essa dança eu conhecia muito bem. Aproximei-me com cautela, e retirando uma pequena arma ninja de minha bolsa atada à minha perna, cortei precisamente o cacto, cortando fora também todas aquelas folhas modificadas para adaptar melhor a planta para aquele tipo de clima. Era uma fonte de água potável, aquelas os cactos. Bebi até a última gota presente dentro do caule daquele primeiro, e então bebi de mais outros dois. Hidratado, cortei um quarto, que beberia enquanto caminhava em direção da pirâmide, para me abrigar durante a noite que estava próxima.



Última edição por Scott em Sab 22 Fev 2014, 17:56, editado 1 vez(es) (Razão : Aumentando fonte para 14 para facilitar a leitura.)



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2 Re: Pirâmides, tempestades e outros em Dom 23 Fev 2014, 20:12

blew.

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Aluno de Academia
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I am the son of one below
The progeny of beast of woe
And i am the son who comes into the daughters of men
Destroying all and make them want it again

Ali, no alto daquela meseta desnuda e desolada, o crepúsculo prenunciava o começo do que normalmente seria uma noite brumosa e fria, apesar do sol ainda estar forte. Os passos eram quase nulos, e o pequeno cantil saciava o ávido que percorria minhas entranhas. O meu crânio era coberto por um chapéu de palha, ornado às pontas de medianas tiras lívidas e que se estendiam um pouco além de meus ombros, enquanto um envoltório obscuro cobria meu corpo até meus tornozelos, de maneira que sua extremidade esvoaçasse a cada fustigada que o vento lhe dava. A visão ainda era fosca, e aquele mar "exilado" parecia não ter fim.

Como nós somos imprevisíveis. Eu, que decidira manter-me fora de todo e qualquer contato social, e agradecia aos céus o simples fato de ter consciência numa situação como aquela, após de ter travado até ao anoitecer uma luta renhida contra o desanimo e a solidão; via-me finalmente a recuperar as minhas forças - não literalmente -, e, sob o pretexto de obter informações sobre o estado em que o mundo se encontrava, resolvi seguir em frente, e cá entre nós, não tinha muitas escolhas. Por isso - e por outros motivos irrelevantes -, precisava dar um jeito de não morrer ali, ou talvez, pedir aos deuses que me dessem ao mínimo mais uma chance de sobreviver. Apesar de que, em outra situação menos desesperadora, a crença e tais seres, seria totalmente ignorada. Mas é a velha história, ninguém é mais ateu quando o avião está caindo. Whatever;

A escuridão caía num breu aclarado pela cintilante lua crescente, conforme o diadema estelar exalava toda a sua venustidade ao redor daquele corpo etéreo. O sol liberou o seu último raio lustroso e se apagou. De longe capitei algo com o monóculo, as curvas eram difusas, mas ainda sim visíveis.
Uma piramide. Sim, conforme me aproximei obsequioso, pegadas calharam próximos à ela, rastros de um possível andarilho como eu. Eram recentes, não fosse por isso, passaria totalmente despercebido. Essa era a vantagem de ser um sensor, não era o meu caso. O frio também já estava ali, onipresente, brincando com o rabo de cavalo amarelo que açoitava às minhas costas. Cheguei lá o mais rápido possível, como uma sombra temente a aurora.

Concitei um dos braços e me escorei em um dos lados da parede carcomida, passando pela entrada retangular, estava escuro lá dentro - aconchegante comparado ali fora, contudo - e meus olhos demoraram alguns instantes para se habituarem, quando o fizeram, atingiram a silhueta de uma pessoa, um animal talvez; o que justificava o tamanho minúsculo daquele ser. Permiti que um ruído fosse feito através de dois passos dados para que minha presença ali fosse revelada.
─ Há alguém aqui? ─ A voz gutural ecoou piramide a dentro, enquanto grudei os olhos naquela pequena sombra.

Ignore quaisquer considerações errôneas, postagem feita as pressas.

3 Re: Pirâmides, tempestades e outros em Qua 26 Fev 2014, 20:56

Kazuki Takahashi

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Andarilho
Andarilho
Off: Desculpa a demora pessoal, perdi um amigo segunda-feira, então foi meio difícil mexer na internet.

Eu não li tudo (admito), mas como é o primeiro post de cada, creio que não vá interferir muito.

Não esperem um post enorme, como já disse, eu não sou de descrever tudo nos mínimos detalhes.
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Ao sair de Konoha, um longe caminho me aguardava até minha próxima casa. Aos poucos a vegetação ia mudando, árvores arborizadas viraram areia com quase nenhuma árvore. As que existiam estavam secas, sem vida.
Depois de algum tempo caminhando em uma areia fofa, sob um deserto escaldante, eu não sabia o que pensar mais.


- Areia, areia, areia, só existe areia! Onde eu vou parar andando sem rumo!

Miragens e mais miragens vinham aparecendo para mim, uma atrás da outra. Oásis, casinhas, árvores, animais, e uma pirâmide! Depois de horas andando sem rumo, e depois de desacreditar em tantas miragens pelo meio do caminho, eu não acreditava que estava vendo uma pirâmide ali. Continuei andando, na mesma proporção, sem pressa para chegar até aquela pirâmide "falsa".

Na altura que a noite ia nascendo, as forças já não me tinham mais. Minha capa de viagens sobre a cabeça acabou sendo soprada pelo vento, revelando minha face. A poucos metros da pirâmide, forças me deixaram fugir as pernas e eu tropeço sobre a areia. Me mantenho deitado sobre aquela areia fofa e morna/fria por alguns minutos, até que levanto a cabeça e vejo que aquela pirâmide não desaparecera.

Levanto-me com um pouco de dificuldade, olho para o céu já estrelado, aquele sol laranja se ponto a oeste. Decido então ir até a pirâmide para tentar algum abrigo, já que sabia que noites no deserto são extremamente frias.

Chegando ao pé da pirâmide, toco-a e sinto a súbita felicidade de que é verdadeira. Em passos largos, sem forças mas entusiasmado, dou a volta na pirâmide atrás de uma entrada. Quando a acho, adentro com um receio de que algum inimigo estivesse por ali.. Afinal, minha bandana de Konoha ainda estava no meu bolso, o que poderia significar alguma ameaça.


- Tem alguém aqui? Alôôô - Gritava eu naquela escuridão sem fim da pirâmide.



Última edição por Kazuki Takahashi em Qua 26 Fev 2014, 20:58, editado 1 vez(es) (Razão : Errinho de coesão xD)

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4 Re: Pirâmides, tempestades e outros em Qui 27 Fev 2014, 15:55

Sam

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Aluno de Academia
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Off: Desculpe se escrevi muito... acho que fiquei inspirado! rsrs
Como estou com preguiça de revisar todo o texto agora (sono bateu mais forte, rs), eu vejo isso depois, e qualquer coisa eu edito o post para corrigir erros gramaticais se houver.
______________

E a voz não terminava. Ecoava, batendo de parede em parede, interminavelmente, ficando mais distante a cada minuto que passava... e mesmo assim, ela ainda parecia me perseguir. Corri a primeiro momento, entrando na sala mais próxima a mim, a qual estava ligada diretamente ao corredor principal daquela imensa construção de pedra e areia. Encostei em uma das paredes, procurando me esconder enquanto me preparava para responder ao chamado, pronto para qualquer ataque ou defesa, fosse o dono daquela voz um inimigo ou não.

- Olá! Quem é você? - indaguei em voz alta, o suficiente para que o receptor pudesse ouvir - Venho somente de passagem, não...

Mas as últimas palavras foram engolidas pelo grito de susto e desespero, enquanto a parede em que eu encostava girava, e eu começava a cair pelo buraco que emergia atrás dela. Não contei por quanto tempo caí, mas o impacto ao chegar ao chão foi sufocante e ainda mais desesperador, porém temporário. Puxei o ar ofegante, enquanto tentava reprocessar o que acontecera há pouco. Girei meu pequeno corpo estatelado no chão empoeirado, e apoiando-me em algo grande e pesado, levantei. Seria um caixão, uma estátua, ou alguma outra coisa? Impossível decifrar. Apoiei-me novamente naquela coisa quando uma súbita tontura me tomou. Enquanto uma mão me firmava de pé, agarrada o mais firme que pudia ao objeto, a outra encostava em minha cabeça... e voltou molhada. Merda, só pode ser sangue, ofeguei em meus pensamentos, enquanto tentava decifrar o lugar onde estava.

Saí daquela sala, a princípio correndo de medo pelas coisas que rastejavam pelo chão, tentando se enrolar às minhas pernas, mas depois fui mais cauteloso para não cair novamente em algum buraco secreto. O saguão onde eu estava há pouco era a interseção de outros cinco corredores, todos igualmente na penumbra. Nem mesmo a luz da sala que estava possivelmente a vários metros acima de mim, por trás de uma parede de pedra giratória, iluminava o saguão negro. Era possível que ela tivesse tomado sua posição original, como um animal selvagem pronto para enganar e atacar uma nova presa. Não tive um critério de escolha de qual corredor tomar quando saí voando daquele lugar, apenas corri em direção do que estava no embalo... e fui sem olhar para trás.

O novo saguão era um pouco mais iluminado, com uma tocha ardendo, consumindo parte do oxigênio do local. Fora muito complicado encontrar uma luz em meio ao labirinto subterrâneo. Mais paredes giratórias aguardavam para emboscar qualquer babaca que procurasse apoio nelas, mas dessa vez elas guardavam novos corredores - alguns mais estreitos, outros mais largos - e foi só na parede do final de um bem comprido que vi a luz das chamas da tocha tremeluzirem. Ofeguei até lá, bamboleando em cima as minhas pernas atrofiadas. Era uma sala que, pelas minhas análises e estudos a respeito do assunto, era usada para cremar vestígios e mumificar ninjas lendários e pessoas bastante importantes da região. Com uma tocha tudo seria mais fácil: tanto afastar presenças desagradáveis, como atrair as agradáveis, alguém que pudesse estar lá embaixo em busca da saída, igualmente a mim.

O chão estava sumindo atrás de mim. A cada pisada que eu dava ali, era como quebrar parte de um gelo: se eu parasse de correr, me afogaria. A única opção cabível era correr até o chão se tornar estável, mas não parecia ficar, por mais delicadamente que eu tentasse pisar, ou menos força tentasse impor sobre o chão. Joguei-me na direção de uma sala luminosa que emergia com entrada conectada ao corredor estreito. A tocha, já apagada pela corrida anterior, rolou pelo chão, fora de minha posse, quando impactei com o chão pela queda. Arrastei-me por curiosidade para ver o que havia restado daquele corredor traiçoeiro, que tentou afundar-me mais nas profundezas daquela pirâmide, e boa parte dele havia se transformado em um gigantesco buraco, e uma nuvem de poeira circulava pelo lugar devido aos desmoronamentos. Como se já não bastasse ser um labirinto gigante, ainda escondia obstáculos para dificultar a fuga dali.

- Hunf - bufei, me jogando ao chão, exausto, tentando juntar energia para continuar procurando a saída daquele lugar.

Rolei meu corpo para ver de onde vinha a luz daquela nova sala. Era uma lareira que queimava arduamente, e próximo a ela havia algumas garrafas sobre uma mesa de arenito. Levantei-me de súbito e fui até a garrafa. Eu estava exausto e com sede, e nada melhor que um belo sakê para saciar parte de minha sede. Não bebi todo o conteúdo dali de dentro, pois queria guardar parte para mais tarde... nunca se sabe o que te encontra no próximo corredor. Olhei em volta, e o único corredor que havia era aquele que eu havia destruído. Droga, como sairei daqui?, pensei em meio a um tênue desespero, quando avistei uma escada longa que me levava para um andar de cima. Ela estava esculpida na parede, com alguns blocos de pedra onde se podia apoiar os pés e as mãos. Hesitei por um momento, com medo que minha altura prejudicasse a escalada, mas eu devia tentar ao menos para tentar saber no que daria. Foi fácil, apesar das preocupações, a distância entre cada bloco era ideal para alguém um pouco maior que eu, mas minha vontade de sair dali não seria mais fraca que meros centímetros de distância entre cada bloco.

O buraco que se abria no teto, logo acima aos blocos esculpidos à parede, era grande o suficiente para um anão passar por ele. As chamas da tocha iluminaram o novo corredor que eu estava. Era um corredor muito mais iluminado que aqueles que tive de passar no andar de baixo. A garrafa de sakê encontrava-se pendurada por uma corda enrolada ao meu pescoço, que necessitou de duas voltas para não arrastar pelo chão devido meu tamanho. Eu ainda carregava comigo a tocha apagada, e logo a acendi e uma tocha próxima, pregada na parede de arenito por uma pequena estrutura de metal. Estava quente ali, apesar de estar noite lá fora, e o suor de antes que estava em minha mão, que pensei que fosse sangue, há havia secado há muito. Retirei a jaqueta de cima da minha regata branca, que estava suja em boa parte, revelando meus pequenos braços musculosos ensolados de suor, e amarrei-a em minha cintura. Não ia me despropriar de algo que pudesse ser necessário futuramente. E então recomecei minha jornada, naquele novo andar no subsolo da pirâmide, ainda em busca de algo ou alguém que pudesse me levar para fora daquele labirinto mortal.



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5 Re: Pirâmides, tempestades e outros em Dom 09 Mar 2014, 01:05

blew.

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Aluno de Academia
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A pequena sombra tomou forma humanoide quando se esgueirou entre a penumbra, alguns passos e estava fora de meu campo de visão. Um anão? Calculei, enquanto avançava sem pressa através daquele véu obscuro, conforme fora usufruindo de meus outros sentidos para não sucumbir á escuridão, apesar de que, as minhas tentativas de analisar cada pormenor à volta, eram completamente falhas. - orly? -

Uma voz ergueu-se sobre a resposta do pequeno homem, que também foi assolada por um clamor de desespero sucessivamente; e que me deixava ainda mais confuso. Agora eram duas pessoas, tinha certeza que o grito era do anão, a nova voz era totalmente diferente da sua - e desconhecida, por acaso -, o que me levava a pensar que naquele momento o anão havia sido golpeado por aquela nova pessoa. Seria aquela voz uma múmia assassina que estaria prestes a estuprar aquele anão em agora estado inerme? Eu acho que não.

O brando foi desaparecendo aos poucos, me escorei numa das paredes da piramide, e fiquei ali. Aos poucos o chão estremeceu, como se fosse consumido por sismos constantes, o solo abaixo de mim havia cedido.

Postagem lixosa, mas é o que deu pra fazer aqui, caras. A próxima eu compenso. E só pra deixar claro que, quando o desmoronamento aconteceu, eu estava encima da região que cedeu, logo, provavelmente eu me fodi. HEUAHUEHAOHOUHEA Mas não morri, é claro. -q

6 Re: Pirâmides, tempestades e outros em Seg 10 Mar 2014, 22:17

Kazuki Takahashi

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Andarilho
Andarilho
Off: Não vou ter muito o que postar, já que fui o único a ficar na superfície.

------------------------

Depois de gritar, não esperava que a resposta viesse tão rápido. Mesmo sendo meio estranho ouvir duas vozes diferentes, um grito e um barulho de desmoronamento.

- O que será que aconteceu ai dentro?

Imaginei de que se tratasse de uma batalha, então permaneci na porta da pirâmide, em uma parte onde o chão não cedeu. Abri um saco de dormir e deitei, olhando para o céu estrelado lá fora, imaginando o que teria sido aquilo e o que me esperava do lado de fora daquela pirâmide amanhã.

Estava sem sono, pois o dia até ali foi bem corrido. Mesmo cansado da viagem, fiquei curioso para saber o que teria sido aquilo. Resolvo tirar um pequeno cochilo para recuperar alguma força que me restara e assim poder ir ver o que acontecera no interior daquela pirâmide.

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7 Re: Pirâmides, tempestades e outros em Ter 18 Mar 2014, 20:08

Sam

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Uma silhueta correu pelas paredes e desapareceu na esquina do corredor. Finalmente algo vivo. O suor escorria pelo meu corpo e ensopava minha camisa, fazendo-a ficar colada em minha pele, transparente pela umidade. Já havia perdido a noção de tempo ali embaixo daquela pirâmide. O luar já podia ter ido embora lá fora, ou simplesmente ainda estar lá... não sabia. Aquele miserável labirinto me prendia do mundo exterior, e já fazia horas que eu tinha visto a luz do dia. O ar também era sufocante devido à fumaça exalada pela tocha que eu carregava para me permitir visão do ambiente, e o oxigênio era consumido pelas chamas a cara tempo que passava, logo ficar muito tempo em uma sala era assinar atestado de óbito. O movimento devia ser constante.

O corredor se ramificava para a direita e esquerda. Continuei pela esquerda, para onde a silhueta deslizou até sumir. Ouvi um grunhido de agonia, e ecoava por aquelas paredes que nos cercavam, vindo da sala que eu estava preste a entrar. Agitei a tocha para frente, para iluminar o lugar. Era como um ninho, infestado de ratos, teias e milhares de olhos vermelhos. Por mais incrível, as teias eram suficientemente fortes para seguras aqueles animais que se retorciam em angústia. Afastei-me repentinamente, estupefato. Não eram teias normais, nem olhos normais. Eram aranhas bastante crescidas. Uma seria capaz de engolir um braço meu inteiro em um instante... não que seja devido meu tamanho reduzido, mas pelo tamanho daquelas presas. Corri para trás subitamente, quando uma investiu, manobrando pelas suas teias, em minha direção. Meus olhos ficaram pregados nela enquanto eu batia de costas contra uma parede, bloqueando minha fuga.

- Merda! - sussurrei com um certo desespero, olhando pela primeira vez para trás desde que eu virara o corredor para aquele lugar.

Mas a aranha continuou vindo em minha direção. Pude ver mais nitidamente como ela era quando se aproximou o suficiente para a tocha iluminá-la. Pelos azuis cobriam seu corpo, e suas pernas se afiavam gradativamente como garras de um felino. Terrivelmente assustador. Em um movimento de desespero e reflexo, agitei a tocha na minha frente, tentando afastar aquele animal de mim, tentando ganhar distância. As chamas lamberam parte da teia, e a aranha recuou um pouco, e bateu suas presas furiosamente, e mais olhos começaram a surgir da escuridão. Estava quase cercado por aquelas miseráveis criaturas, e a saída estava a poucos passos de mim, mas duas aranhas bloqueavam a passagem. Engoli a seco, enquanto tentava pensar em uma fuga desesperada dali.

Elas tinham a vantagem numérica, mas a inteligência residia em mim, e somente em mim. Foi como botar fogo em um circuito. As chamas lamberam as teias próximas, e o resto foi se alastrando naturalmente, devido à espessura das teias e da proximidade entre elas. Aranhas eram carbonizadas, e se retorciam no chão, guinchando, com o fogo consumindo pelo por pelo de seus corpos. A luminosidade daquela sala aumentou, nem que por alguns segundos e fracamente, mas o suficiente para permitir uma prévia análise daquela sala. Era como um calabouço da antiguidade, com algumas tochas apagadas pendurada nas paredes. Fui até a mais próxima e acendi, e logo a próxima e a outra, até que todas da sala estivessem acesas. Escondida na extremidade antagônica a entrada, havia uma escada em caracol que levava ao andar de cima, que por nota estava um pouco mais iluminado que esse que eu estivera.

Senti-me num funeral. Esqueletos humanos estavam espalhados pelo chão, próximos a um caixão de arenito liso. Passei a mão por cima da pedra, retirando a poeira, e notei um rosto esculpido ali, e algo escrito logo embaixo, em escrita antiga indecifrável por mim. Deve ter sido um faraó milenar louvado por seus súditos até que seguissem pelo mesmo caminho de seu lorde. Minha refeição, pensei enquanto encarava alguns ratos que corriam por entre os ossos espalhados pelo chão, despreocupados com a minha presença. Peguei meia dúzia de armas ninjas que carregava em meu bolso e acertei um por um, totalizando quatro deliciosos ratos para meu estômago. Guardei as duas armas inutilizadas em meu bolso novamente, e com o auxílio da tocha, tostei aqueles animais. Fiquei um bom tempo sentado naquela sala, comendo-os, até que quando finalmente terminei o último, saboreei a gordura nos meus dedos. Estava morrendo de fome e sono. Prendi minha tocha na parede, em um gancho próximo, e deitei em cima do caixão, o lugar mais longe de animais perversos que pudessem vir tentar me devorar durante meu sono.



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8 Re: Pirâmides, tempestades e outros em Qua 16 Abr 2014, 20:54

blew.

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Aluno de Academia
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    Rabiscos tecidos através de extremidades alaranjadas e oscilantes; a madeira crepitava conforme o fogo consumia toda sua superfície, o som levianamente produzido pelas tochas amaneiradas sobre às paredes de tijolos concebiam àquele lugar um ambiente ainda mais angustiante. Revirei meu tronco, e com dificuldades tirei uma das pernas presas aos escombros. Elas fraquejaram quando fiquei de pé, cambaleei até a parede, onde pude me escorar, caminhei vagarosamente até onde uma das lamparinas estava e rapidamente iluminei o lugar.

    O desmoronamento havia afetado quase toda aquela parte da pirâmide, por pouco, a parte de cima não cedera, e aquilo teria me matado. Minhas pernas tremulavam, então fiquei sentado por um tempo ali.

    Após longos cinco minutos - ou talvez vinte, tendo em vista que havia perdido totalmente a noção de tempo - me levantei, e me arrastei sobre a parede até onde uma escada em formato espiral dava acesso numa outra câmara. Lá era ainda mais escuro, a única luz aparente era a de minha tocha, e a da lua, que trespassava às frestas do compartimento, iluminando inusitadamente uma espécie de altar, circundado por inúmeras pictografias em uma língua provavelmente extinta, enquanto uma pequena faixa de seda carmesim pendia-se sobre sua extremidade.

    Me sentei de costas para a parede e estanquei o sangramento de minha perna com a faixa avermelhada. Meus olhos estavam pesados, apagara novamente sentado.
     

9 Re: Pirâmides, tempestades e outros em Sex 18 Abr 2014, 22:40

Kazuki Takahashi

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Andarilho
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Levanto-me alguns minutos depois de um breve cochilo, movido pela curiosidade que causou tudo isso. Pensava comigo mesmo que o que quer que tivesse acontecido, eu precisava entrar e averiguar.

Tomando coragem enquanto arrumava minhas coisas, penso nas diversas possibilidades que posso encontrar no interior daquela pirâmide.. Será que existirá armadilhas? Múmias? Alçapões? Tudo passava muito rápido pela minha cabeça, mas nada me fez desistir. Terminei de guardar todos os meus pertences e fui em direção de onde ouvi o barulho todo.

Chegando lá, vejo um enorme buraco que não dava para ver seu fim, nem muito menos o outro lado, isso se misturarmos a escuridão que a própria pirâmide nos oferece. Algo no fundo do peito dizia-me: "Se joga". Mesmo um pouco tolo, mas não idiota, vejo que a parede está intacta. Pego uma tocha no chão caída, acendo-a em uma única tocha acesa a direita. Usando-me de minhas habilidades ninja, concentro chakra em meus pés e subo na parede que estivera intacta. Andando com cautela, me direciono para o interior do grande buraco, para a escuridão.

Chegando ao que me parecia ser o fim do buraco, movo a tocha de um lado a outro procurando por alguém, ou até por alguma coisa. Ando em direção pelo que me parece ser um corredor extenso. Abaixo-me e vejo pegadas no chão. Alguém com certeza passara por ali, e pela marca das pegadas, não fazia muito tempo. Continuo com cautela, observando em cada passo que eu dava. De longe, com a ajuda da tocha, vejo uma escada. Antes de qualquer coisa, me pergunto como os antigos egípcios tinham toda essa criatividade, era fascinante! Vou devagar, tentando não fazer nenhum barulho. Subo as escadas, um pé de cada vez, olhando atentamente para tudo que minha tocha iluminava. Ao topo da escada, vejo uma sala, parecia estar iluminada. Da própria escada, solto um murmurio para ter a certeza de que tem alguém ali.

- Tem alguém ai?

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10 Re: Pirâmides, tempestades e outros em Sex 06 Jun 2014, 16:37

Sam

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A luz tênue daquela câmara era insuficiente para iluminar todas criaturas que me cercavam. Seres cobertos por faixas encardidas, dos pés a cabeça, deslizavam seus pés lentamente em minha direção, e seus braços estavam esticavam-se para me pegar. Mas eu sou mais ágil, forte e menor, pensei cautelosamente enquanto procurava por um espaço entre eles para fugir, mas o tempo estava ficando curto.

Então eu vi a luz, uma pequena brecha entre as pernas de duas múmias que seria o suficiente para alguém do meu tamanho passar e escapar daqueles monstros. Senti um breve toque no meu ombro de uma das criaturas atrás de mim, mas me livrei dele ao disparar em rumo a saída encontrada. Alguns daqueles seres tentaram agarrar-me na minha fuga, mas eu era mais veloz que eles. Um surgiu na minha frente, mas girei meu corpo para longe de seu alcance, e continuei correndo para fora daquele pesadelo.

Dois passos e eu abandonava todas aquelas múmias para trás. O espaço entre os dois monstros estava mais reduzido de quando observei-o inicialmente, e diminuía gradativamente. Não!, quase gritei quando tentei me jogar para passar pela brecha, mas meu fôlego foi tomado pelo impacto com a perna de uma das múmias. Caímos juntos, e seus braços se enrolaram em mim, como cobras tentando me sufocar. Comecei a me debater, tentando rolar para longe, mas os outros monstros já estavam aglomerados em volta de mim, e eu podia sentir o cheiro de morte daquele lugar. Pensei em usar minha cabeça para bater naquelas criaturas, mas desisti da ideia quando vi a faixa se desenrolar da boca de uma das múmias, mostrando aqueles dentes amarelos e pretos dentro de uma boca toda enrugada. Saiam de perto de mim!, tentei gritar, mas o cheiro era muito ruim para sequer respirar. Senti os dentes daquelas múmias cravando na minha pele, e uma forte dor no meu rosto. Acordei suado, com meu coração batendo fortemente.

Foi só um sonho ruim, pensei, estou bem. Eu estava beijando o chão de arenito sujo. Rolei enquanto dormia e caí de cima do túmulo, deduzi, tentando olhar ao redor para lembrar onde eu estava. Apoiei-me na tumba ao meu lado para me levantar, e então vi novamente o rosto desenhado em alto relevo na tampa do caixão, e imagens do meu pesadelo surgiram na minha mente. Será que parte daquele sonho poderia ser verdade?

- Quem sabe... - pensei alto, colocando ambas mãos na extremidade da tampa do túmulo mais próxima e e começando a empurrar, curioso para descobrir o que havia ali dentro.

Abri o caixão até a metade, o suficiente para permitir a entrada da luz e eu poder averiguar o que havia ali dentro. Não tinha nada senão uma espada toda empoeirada. Retirei-a cuidadosamente dali de dentro, limpando a lâmina e o cabo na minha calça. Era uma espada longa, de lâminas não tão largas mas afiadas, com desenhos vermelhos de círculos que se ramificavam em ondas. Embainhei-a, e me dirigi para a saída da câmara do meu pesadelo.



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11 Re: Pirâmides, tempestades e outros em Sab 19 Jul 2014, 15:33

blew.

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Soporífero; meus olhos se abriram e a vista turva mostrara de cara, minha perna ensanguentada, protegida somente pelo pano de seda que havia servido para estancar o sangramento. Meu corpo estava dormente - ou não, talvez estivesse atordoado demais para sequer sentir dor -, e a luz nula da tocha caída próximo ao meu corpo, quase apagada, tornara-se por completo, pífia. Estava muito escuro, não fosse pela luz da lua que atravessara as ramificações quase perfeitas daquela construção sinistra. Levantei-me, às costas para a parede de tijolos. Olhei ao redor e procurei desesperadamente uma saída, inutilmente.

Minha cabeça latejou quando me movi, minha visão enegreceu e cambaleei, agradeci à um pilar que antes havia passado despercebido, agarrei-lhe abraçando-o, evitando a suposta queda.

Mover-se dali em diante fora uma chaga, mas por fim cheguei á mesma escada que me levara até lá. A adrenalina nivelada anteriormente havia sumido, e a dor tecida sobre minhas entranhas tornava-se intensa. Maldição Praguejara, inaudível.

Voltando para o local do soterramento, percebi uma porta de madeira, a entrada mal iluminada talvez fosse o motivo para tê-la ignorado de súbito, de qualquer forma, fiz um agradecimento pertinente aos céus quando a vi por completo. O que acabei de fazer?

Pus o peso do meu corpo sobre a superfície marrom-madeira da abertura, rezando para que estivesse aberta. Fiz isso de novo, tsc. E por sorte estava, quase fui ao chão quando a abri abruptamente.

Era uma pequena sala, iluminada por uma lamparina despojada sobre uma mesa de metal próxima a parede, uma cadeira posicionada corriqueiramente ao centro da mesa, e um balcão. Fui até o balcão, e o abri. Dentro dele haviam frascos, seringas e o que pareciam ser capsulas medicinais. Como é possível? Mas aquele não era um momento para se questionar, e sim agir. Peguei um dos frascos, o que tinha escrito em rótulo Morfina, retirei um pouco do liquido com uma das seringas, certifiquei que a agulha estivesse em estado usável, e injetara a droga.



To fora de forma aí, com o tempo flui. :3

12 Re: Pirâmides, tempestades e outros em Qui 24 Jul 2014, 02:00

Kazuki Takahashi

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Andarilho
Andarilho
Estrondo, barulho, gritos... Um rapaz desesperado correndo a todo vapor por corredores e mais corredores, sem saber por onde ir. Esse era eu após murmurar uma simples frase e de dentro de uma sala que não parecia existir nada sair em minha perseguição nada mais nada menos que 3 múmias. Corria sem olhar para onde ia enquanto aquelas 3 aberrações vinham em minha direção com aquelas mãos esticadas, olhos amarelos brilhantes.. Pareciam estar com fome, ou simplesmente queriam que eu os ajudassem a se livrar das ataduras. Mas isso não vinha ao caso, eu só conseguia pensar em correr e me livrar logo delas de uma vez por todas. Lembrei naquele momento que eu era um ninja e tinha força suficiente para derrota-las! Então parei abruptamente, virei, encarei-as, e voltei a correr.. Uma delas tinha acabado de cuspir uma bola de fogo gigante em minha direção, então eu pensei: "Elas não devem estar querendo que eu ajude com as ataduras". Me escondi atrás de uma coluna enquanto aquela bola de fogo passava pelo meu lado, queimando parte da manga de minha camisa. Depois de umas boas tapas naquela chama para não se alastrar, percebi que elas continuavam em minha direção. Sai correndo novamente, mas para uma mísera surpresa, o corredor acaba sem mais portas, janelas, ou qualquer buraco..

-Só pode ser brincadeira! - Viro e olho fixamente para as três múmias se aproximando de mim.

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13 Re: Pirâmides, tempestades e outros em Qui 24 Jul 2014, 08:18

Sam

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Aluno de Academia
Aluno de Academia
Havia movimento próximo, eu ouvi. Não era algo que pudesse ser considerado calmo... alguma coisa intensa estava acontecendo a alguns corredores adiante. Segui o som como um caçador segue pegadas no chão, segurando firme a espada em minhas mãos. Entrei em uma pequena e circular câmara a direita, e não deixei de notar os desenhos pintados e esculpidos nas paredes dali. Era uma sala iluminada por archotes pregados nas paredes, e havia mais tumbas... todavia abertas. Encontrei a saída no buraco a frente do da entrada, e desatei a correr para averiguar quem poderia estar em apuros.

Talvez tenha sido um sonho profético, refleti. Andei pensando bastante no último sonho que tive após reatar minha jornada no labirinto de arenito, mas não devia. Devo me preocupar com o presente, com o real, e não com situações hipotéticas e passadas. Virei o corredor seguinte, e ouvi algo como um gigante de projétil de fogo avançando para longe. Mas o qu-, comecei a pensar quando vislumbrei, ao virar ao corredor seguinte, os monstros do meu sonho avançando contra minha direção pelo corredor. Mais adiante pude me fazer notar de quem estava em apuros.

- Shinran Enbu no Jutsu! - recitei baixo, largando a espada para realizar o selo de mão.

Mas nada ocorreu, e as criaturas continuaram a avançar, sem notar minha presença atrás delas. É como se estivessem sendo controladas por uma força maior, sem possuírem mentes para realizar ações por conta própria. Mas o alvo delas estava se tornando encurralado, e eu não tinha tempo para pensar. Agarrei a espada no chão e desatei a correr em direção das múmias. Uma parou, pela primeira vez notando que eu estava ali atrás, e girou a cabeça em minha direção, mas antes que ela pudesse tentar algo contra mim, decepei-a, brandindo a espada enquanto pulava para alcançar seu pescoço. As outras duas estavam mais a frente, com braços esticados para o garoto, aproximando-se famintas. Quando consegui alcançá-las, levantei a espada com minhas duas mãos, cravei-a nas costas da múmia de bandagens mais velhas e rasguei-a para o lado, de modo que a lâmina saísse do corpo da múmia velha e beijasse o corpo da outra a seu lado, separando o corpo em dois. Ambas múmias estatelaram-se no chão, imóveis. Ergui meu olhar para o garoto ali a minha frente, que uma vez estava sem saída.

- Está bem? - perguntei ofegante. - Tyri-

Comecei a falar, quando uma mão agarrou meu pé. Era a mão da múmia mais velha, como se que por último suspiro tentasse obter sua comida. Brandi minha espada e cravei-a definitivamente em seu crânio, agora que já estava a meu alcance. Pousei minhas duas mãos no cabo da espada, e retomei a fala:

- Essas pragas não desistem mesmo? Enfim, chamo-me Tyrion, faz alguns dias que estou preso nesse lugar. Devíamos prosseguir viagem, mais desses monstros podem surgir a qualquer momento. E você é...? - finalizei com uma pergunta, enquanto olhava-o nos olhos.


Shinran Enbu no Jutsu (Dança da Destruição de Mentes)
Rank: -
Descrição: Isto é simplesmente uma versão em larga escala do Shinranshin Jutsu, onde o grande volume de pessoas afetadas em uma determinada área é muito maior. Tal como o seu pai a técnica faz com que o usuário ganhar controle completo do corpo do alvo, muitas vezes obrigando os aliados a atacar uns aos outros.



Última edição por Sam em Qui 24 Jul 2014, 08:42, editado 1 vez(es) (Razão : Adicionando ficha do Shinran Enbu porque esqueci :/)



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"E, muitas vezes, um homem muito pequeno pode lançar uma sombra muito grande."

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14 Re: Pirâmides, tempestades e outros em Qui 24 Jul 2014, 19:48

Kazuki Takahashi

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Andarilho
Andarilho
Uma saída ali seria difícil. Me via diante de uma situação extremamente constrangedora. Nunca na minha vida ninja eu tinha sido encurralado daquela maneira tão fácil e ainda mais por múmias!

Quando ia começar o meu ataque sem saber o que poderia ou não dar certo contra aquelas coisas até que uma delas acaba perdendo a cabeça, literalmente. Vi uma silhueta pequena brandando uma espada lutando contra aquelas coisas como se soubesse matá-las.

Depois de uma curta luta, ele veio até mim e se apresentou. Olhei-o de baixo a cima, não durando muito tempo, vi suas roupas sujas, rasgadas.. Mas ele não parecia pertencer aquele local. Poderia eu confiar em uma pessoa que acabara de conhecer? Considerando que ele acabara de salvar minha vida, não tinha outra opção a não ser concordar com o que ele disse e aceitar.


-Me chamo Kazuki.. Obrigado pela ajuda com essas coisas, eu não sabia o que daria certo contra elas. Parece que armas físicas funcionam. O que mais me impressiona é eles podem usar chakra. Bem, se queremos sair daqui, precisamos nos apressar. Quanto mais cedo me livrar desse local, melhor.

Dou um passo em direção ao local de onde os monstros vieram atrás de mim e acabo pisando no que parecia um botão. Um barulho ensurdecedor veio de cima e uma pedra, no que parecia toneladas, veio em nossa direção..

-Maldita gravidade! Mokuton - Moku Shouheki no Jutsu!

Com um baque seco, aquela enorme pedra bate na pequena barreira que havia criado para me proteger e também ao pequeno rapaz que agora pouco salvara minha vida. Considerando que a pedra ficou em cima da barreira, intacta, abro uma simples abertura pela lateral da barreira e chamo Tyrion para sair daquele local, caminhando novamente para a direção de onde aquelas múmias vieram, porém, com muita cautela por onde pisava.


Mokuton - Moku Shouheki no Jutsu (Elemento Madeira - Técnica da Barreira de Grilhões de Madeira)
Selos: Rato, Cachorro e Tigre
Descrição: Com essa técnica o usuário pode criar uma cúpula de madeira ao redor do oponente encurralando-o, ou ao redor de si mesmo para se proteger de um ataque inimigo.

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15 Re: Pirâmides, tempestades e outros em Sex 25 Jul 2014, 17:26

blew.

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Aluno de Academia
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Sentei-me aliviado, sentindo a sensação vaporosa de que aquela substância fluía entre o sangue que dimanava em minhas veias. Após algum tempo pus-me de pé, renovado; talvez. Fui até o balcão, acoplado à parede carcomida de xisto fino. Procurava por algum mapa, ou algo semelhante. Mas por provavelmente se tratar de uma ala médica, nada do gênero foi encontrado, para o meu desespero, tsc. Agarrei mais dois ou três frascos ali jazidos, capsulas tranquilizantes, só pra garantir, pensara.

Minha consciência parecia retomar-se aos poucos, e a impressão de ter o corpo retardado era de certa forma, revigorante - ou não -. Retirei a mecha de cabelo galega dum dos olhos e analisara meu dispositivo visual, estava por sorte, intacto.

Saí da sala, resoluto, se comparado a antes. Andarilhei pelo mesmo local do soterramento, e subi a escada em formato espiral, levando uma tocha comigo, já tendo noção de que aquele cômodo estaria completamente tomado pela escuridão. Iluminei a entrada com o fogo, vacilante. Trespassei-a após ver um reflexo que aclarara o breu, apagara-se tão rápido quanto aparecera.   


── Olá?! ── Balbuciei, sem receber uma resposta.

Esgueirando-me até aquela direção, pude ver que tratava-se de uma lâmina, uma simples estaca posta ante a parede arenosa de tijolos. Conforme fui iluminando o lugar vi que realmente não haveria como sair dali, estava preso entre os dois cômodos. Teria de criar uma saída por conta própria.

Levei uma das mãos até hip-pouch, lugar onde corriqueiramente guardava a argila, meu maior utensílio para combate, provavelmente. A boca formada na palma de minha mão não demorou muito tempo até reagrupar uma quantia relevante do material, amassei-a em seguida, enquanto era mastigada pelo membro.

A junção de minha habilidade natural explosiva com a argila fundida de forma sagaz à ela, permitia-me a criação de uma obra prima.  


── Katsu! ── Trovejara.

A poeira subiu quando o atrito foi criado, um único estrépido e um rombo criou-se. Um pequeno salto separava a abertura do chão, pulei e quando meus pés tocaram o saibro um estalido ecoou perante o local, me dando uma noção de tamanho do lugar. Um saguão?


Iwagakure Kinjutsu
Rank: -
Descrição: Esse kinjutsu que foi transmitido em Iwagakure, permite que o usuário possa amassar chakra em materiais. É provável que as bocas nas palmas das mãos do usuário e no peito sejam um resultado direto do uso dessa técnica. Deidara roubou essa técnica em sua busca para encontrar a arte final. Ele usou-o em conjunto com o seu Bakuton no Jutsu que infunde chakra explosivo em argila, criando o seu Kibaku Nendo.

Spoiler:


C1
Rank: B
Descrição: Forma mais básica e versátil de Deidara de argila explosiva, que é criado a partir de uma boca de dendezeiro. Estes são pequenos bonecos animados que muitas vezes se assemelham a animais. Dependendo do que a variação está criada, eles vão manter as habilidades das criaturas que se modelada, ou seja, os pássaros lembrando ainda pode voar. Esta característica, combinada com seu poder independente pouco explosivo, torna excelente para operações encobertas. Ele pode produzir e liberar um número significativo deles em alta velocidade.
Fonte: http://naruto.wikia.com/wiki/C1


16 Re: Pirâmides, tempestades e outros em Sex 25 Jul 2014, 19:33

Sam

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Aluno de Academia
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Como máquinas, refleti. Robôs com um único destino. Não havia sangue no chão, apenas alguns ossos deteriorados, bandagens encardidas e poeira. Muita poeira. Escutei atentamente as palavras ditas pelo garoto a minha frente, e concordei com um aceno ao final. Ficar muito tempo ali era o mesmo de assinar atestado de óbito, estava fora de cogitação. Descravei minha espada do chão que transpassava a cabeça da múmia e o resto ocorreu muito rápido; foi como se tivesse um piso falso que ao pisá-lo uma emboscada era acionada para matar quem ali estivesse. Por sorte Kazuki, como o garoto havia se chamado, defendera-nos magnificamente com uma técnica envolvendo madeira. Uma defesa bastante útil e certa.

- Belo movimento - gracejei. - Esse lugar não cansa de tentar nos matar...

Continuamos a sair daquele lugar por uma abertura lateral da estrutura côncava que nos salvara. Além dos caixões, o piso também era traiçoeiro. Maldição, temos de achar logo a saída. Ao virarmos à direita do corredor, notei que se tornava a escurecer novamente. Ao meu lado encontrava-se uma tocha acesa presa a uma arandela de metal. Pulei para alcançá-la e, habilmente, retirei no ar a tocha dali. Procurando iluminar principalmente o chão, continuei andando à frente para guiar o caminho. O ar estava se tornando sufocante pela poeira.

- Sabe em que andar estamos? - perguntei enquanto virávamos à esquerda, seguindo a rota do corredor. - Estive perdido a dois andares abaixo desse quando por ventura caí do térreo. Por onde você veio? Consegue se lemb-

Minha fala foi cortada pelo susto que tomei ao tropeçar em uma linha quase invisível, presa de uma ponta à outra da passagem do corredor. Outra armadilha. Olhei para os lados atento ao que poderia acontecer, precavendo-me. Não tive muito tempo para pensar quando notei a bola gigante de pedra rolando em nossa direção. Empurrei o Kazuki para minha esquerda para a câmara que tinha a entrada a seu lado, numa tentativa de salvá-lo do meu descuido, e rapidamente me joguei para a outra câmara que estava a meu lado direito. A câmara dele possuí-a uma tênue iluminação; a minha sequer possuía um chão.

Comecei a cair, a despencar novamente. A tocha voou da minha mão esquerda, mas eu ainda segurava firme a espada com a outra mão. Desesperadamente, cravei a espada na parede de arenito ao meu lado enquanto caía. A espada firmou-se na parede, dando-me oportunidade de me levantar pousando meus pés na katana, fazer o selo de mão, fixar e concentrar chakra em meus pés, colocá-los na parede e começar a andar de volta pra abertura que quase me matara, após retirar a espada cravada na parede. Ao emergir, verifiquei meus lados para ver se não havia outra armadilha e me desloquei para a câmara à frente, levemente iluminada, para onde eu havia empurrado o garoto.

- Desculpe - eu disse. - Descuido meu. Não notei a linha esticada no chão e ao me jogar pro outro lado eu caí num precipício...

Enquanto falava, retirei meu olhar do chão e finalmente olhei para o garoto, mas parei de falar quando notei que ele estava concentrado olhando alguma coisa à frente. Quando levantei meus olhos para onde Kazuki estava olhando, percebi o motivo de seu silêncio.


Ki Nobori no Shugyō (Prática de Escalar Árvores)
Rank: E
Descrição: Este é um método de treinamento utilizado para obter as competências básicas de controle de Chakra. Esta prática envolve uma quantidade fixa e concentrada de chakra no fundo de seus pés, e que depois pode usar isso para subir uma árvore sem utilizar as mãos. Se o fluxo de chakra é muito fraco, o usuário escorregará o seu pé na árvore e cairá. Se for demasiado forte, o utilizador será empurrado para longe da árvore, fazendo com que a casca da árvore quebre em torno do ponto de contacto e a queda do utilizador.
Fonte: http://naruto.wikia.com/wiki/Tree_Climbing_Practice



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17 Re: Pirâmides, tempestades e outros em Sab 26 Jul 2014, 22:17

Kazuki Takahashi

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Andarilho
Andarilho
Aquilo com certeza era um labirinto sem fim. Tyrion mesmo tendo um pequeno porte, era realmente muito habilidoso. Depois de andarmos alguns minutos outra armadilha nos surpreendera. Não tive tempo de pensar em nada, quando dei por mim estava caído em uma sala mal iluminada. Levanto a cabeça na tentativa de ver o que aconteceu e para meu espanto, não existia nada... Nem Tyrion.

Levantei, sacudi minhas vestes da poeira e olhei em volta para ver se o encontrava.. Peguei uma tocha que jazia na parede e a levantei o mais alto que pude. Aquele local realmente estava ali para nos matar, disso eu acabara de ter a certeza... Quando minha tentativa de encontrar Tyrion estava em andamento, um barulho vindo de cima me chamara atenção. Olhei para o alto torcendo para que fosse um simples inseto.. Mas a vida, é uma caixinha de surpresas.

Nem notei quando Tyrion chegou ao meu lado, nem muito menos prestei atenção nas palavras ditas por ele. Minha única reação foi levantar a mão e apontar para aquele par de olhos roxos, vindos de cima. A luz da tocha iluminava o que parecia ser um par de pés. Uma estátua de pelo menos uns 5m de altura com uma cara de lobo olhava para nós. Não era um olhar qualquer, e sim de um olhar furioso. Parecia que tínhamos invadido algum lugar sagrado, ou simplesmente seu quarto..

A estátua saiu do local onde estava, quebrando a estrutura rochosa que a envolvia e começou a vim em nossa direção. Ela portava uma espécie de dois machados curvados.. Pareciam bem afiados. Seu corpo não era mais rocha e sim um corpo negro, morto, com tecidos envolvendo parte da cabeça, e nele alguns hieroglifos.


-Isso já é apelação...

Seus movimentos não eram normais.. Mal tive tempo de pensar e aquela criatura tentara me decapitar com um de seus machados. Me abaixei tempo suficiente para que cortasse somente alguns fios de meu cabelo. Mas não parara por ai, a estátua por sua fez mirava em Tyrion..

-Mokuton: Daijurin no Jutsu!

Transformando meus braços em espinho de madeira, enrolo as pernas daquela estátua, impedindo que ela prossiga em direção a Tyrion. Ela então vira o olhar para mim e me encara..


Mokuton: Daijurin no Jutsu
Rank: -
Descrição: Uma técnica que muda o próprio braço em umas grandes árvores. Usando chakra, os tecidos são transformados em árvores no nível celular. Em seguida, ativando as árvores, estimulando-as a crescer rapidamente, elas prolongam-se em alta velocidade e em vários ramos. É possível capturar o inimigo com esses ramos e, ao mesmo tempo, mudar as extremidades em estacas afiadas, transformá-las em incontáveis, afiadas, lanças perfurantes. Yamato também utilizou esta técnica para se infiltrar esconderijo de Orochimaru. Depois de encontrar uma pequena rachadura na parede, a madeira espremida no buraco e se transformaram em uma forma quadrada que aumentaram o tamanho do buraco para que ele e sua equipe pudessem passar.


----------------------------------------
Off: Para situar da aparência do problema
Spoiler:

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18 Re: Pirâmides, tempestades e outros em Ter 29 Jul 2014, 09:39

blew.

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Aluno de Academia
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Minha sanidade tinha voltado ao normal, afinal. O brilho estertor que delineara-se em meus olhos esvaíra-se de modo tão fugaz quanto aparecera, não preciso mais de você, na verdade, nunca precisei. Desdenhara, e você sabe pra quem; só não sabe se ele estaria lá para realmente me ouvir, mas isso na verdade não importa.

Aquilo não era um saguão. Quer dizer, não um normal. Pelo que minha renovada consciência me alertava, aquele era um local bem visto pelos moradores da construção - a julgar pelo tamanho e variedade de objetos -, e a quantia de destruição e saibro era absurda. Talvez vestígios de algo que atritara-se há muito tempo, num passado distante. Bem, isso também não importa, na realidade, nada daquilo parecia importar.


── Esse lugar é um lixo. ── Destratara, como corriqueiramente o fazia.

Enquanto avançara chutando um ou outro pedregulho, um estampido seco jubilara-se, alto o suficiente ou perto o suficiente? Ruminei, conforme me movimentei para a direção de onde o barulho pareceu brotar, barulho esse que permanecera contínuo. Passos, pensei. Algo grande o suficiente para provocar até mesmo pequenas tremulações sísmicas num cômodo separado ao meu. Vi um corredor no fim do saguão, ou o que quer que fosse aquele lugar. Agarrei-me a parede quanto adentrei-o, minha sombra se juntou à sua escuridão onipresente.

Parecia não ter fim.

Estou próximo. -q

19 Re: Pirâmides, tempestades e outros em Qua 30 Jul 2014, 21:24

Sam

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Aluno de Academia
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E deu outro passo. Aquela escultura de pedra tornava-se mais real a cada segundo que passava. A criatura investiu, com aquele machado de pedra tão afiado como ferro, contra o garoto junto a mim no saguão, mas desviou-se habilmente. Posteriormente, o monstro virou-se para mim. Agora sou alvo, pensei. Mas o Kazuki foi mais rápido, e prendeu-o, evitando a continuidade do seu ato. E eu não ficaria para trás. Embainhei a espada e juntei minhas mãos, iniciando meu ataque.

─ Shinran Enbu no Jutsu! ─ trovejei.

E a estátua ficou imóvel. O jutsu é forte, pensei. Mas ele é mais forte ainda. A estátua interrompeu minha técnica na base da força. Apesar da técnica ter como objetivo ele se autodestruir, a força dele sobre seus próprios movimentos agia mais forte, portanto não obtive sucesso. Mas por outro lado, ele se mantinha imóvel, ainda lutando contra os efeitos de minha técnica para que ela não prosseguisse com seu efeito. Enquanto ele lute para não ser controlado pela minha técnica, ficará menos agressivo.

E era a brecha necessária para que eu pudesse realizar um contra-ataque. Desembainhei minha katana e corri na direção da criatura. Ela era maior e mais forte, pensei. Mas sou eu o detentor da inteligência. Ao chegar próximo o suficiente, pulei e comecei a correr em sua perna, escalando-o sem utilizar as mãos, na direção de seu ombro esquerdo. Uma lâmina sozinha não corta algo desse tamanho, pensei. Mas uma embebida com chakra...

A lâmina estava mais afiada agora, o suficiente para penetrar até pedra. Chegando ao topo de meu destino, pulei, de forma que a lâmina caísse e separasse o braço do resto do corpo. A lâmina enfrentou dificuldades no corte, deslizando vagarosamente, mas no fim obtive meu sucesso. Agora deve estar mais fraco, pensei animado. Mas, de certo modo, o monstro se enfureceu, a fúria necessária para juntar com sua força e desfazer-se de minha técnica que o imobilizava. Ele girou seu corpo e bateu com seu único braço em meu corpo que caía no ar. Soltei a espada ao receber a pancada e fui atirado contra uma das paredes da câmara. Apaguei ao receber o impacto, quebrando parte da parede onde eu acertara. Meu corpo continuou a cair, inconsciente, em queda livre.


Shinran Enbu no Jutsu (Dança da Destruição de Mentes)
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Descrição: Isto é simplesmente uma versão em larga escala do Shinranshin Jutsu, onde o grande volume de pessoas afetadas em uma determinada área é muito maior. Tal como o seu pai a técnica faz com que o usuário ganhar controle completo do corpo do alvo, muitas vezes obrigando os aliados a atacar uns aos outros.


Ki Nobori no Shugyō (Prática de Escalar Árvores)
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Fonte: http://naruto.wikia.com/wiki/Tree_Climbing_Practice



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20 Re: Pirâmides, tempestades e outros em Qui 31 Jul 2014, 14:18

Kazuki Takahashi

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Andarilho
Andarilho
Enquanto o prendia, vi Tyrion se movimentando. "Ele vai atacar?", pensei, quando dei por mim, ele já tinha usado uma de suas técnicas e corria pela perna da criatura. Ao chegar no seu ombro, começou a corta-lo... "Aquela espada, é a mesma espada que matou as múmias.". Mas pelo azar de Tyrion, o monstro ficara mais furioso e se livrara de sua técnica. Foi muito rápido e quando dei por mim, vi Tyrion sendo arremessado contra a parede e cair inconsciente.

-Tyrion!

Não podia deixa-lo ali no chão ou deixar aquela criatura chegar mais perto dele. Como meu companheiro, pelo menos até aquele momento, não podia deixa-lo morrer. Foi então que me veio o impulso de começar meu ataque também. Se aquele lugar estivesse para nos testar ou até para nos matar, eu não iria deixar assim tão facilmente.

-Mokuton - Jubaku Eisou!

Um broto então se forma nos pés daquela criatura e começa a crescer. O monstro tentando se desvencilhar dos galhos que cresciam em volta dele, ele começa a corta-los e andar em minha direção. Os galhos começam a agarra-lo, segurando suas pernas, seu braço, mas ele é forte demais. Aquela fúria só crescia cada vez mais, parece que o deixava mais forte a cada urro que ele dava. Os galhos com dificuldade foram tomando de conta daquele corpo imenso. Ele então tenta seu último golpe, jogando aquele machado enorme em minha direção.

-Mokuton - Moku Shouheki no Jutsu!

Uma cúpula se forma rapidamente a minha frente, me protegendo daquele golpe. Para minha surpresa, aquela arma tão afiada ultrapassou minha barreira, sua lâmina chegara a alguns centímetros do meu rosto..

-Essa passou muito perto  pale 

Desfaço a cúpula a tempo de ver aquele monstro sendo dominado pela minha técnica, dando seus últimos urros até que é totalmente coberto e por fim, esmagado lentamente. Vejo um líquido roxo saindo por entre os galhos e penso que aquilo seria o sangue dele... Mas o que seria aquela criatura? De onde ela teria vindo? Corro ao encontro de Tyrion para ver se estava tudo bem com ele..

-Tyrion, você está bem?


Spoiler:


Mokuton - Jubaku Eisou (Libertação da Madeira - Ninho Sólido)
Rank:
-
Descrição: O portador da Kekkei Genkai Mokuton, se utilizando dela, faz com que pequenas raízes saiam do solo e circundem o corpo do inimigo, após terem aprisionado o inimigo entre as raízes elas começam a crescer até tornarem-se uma enorme árvore, as raízes engrossam e esmagam o inimigo, matando-o.


Mokuton - Moku Shouheki no Jutsu (Libertação da Madeira - Técnica da Barreira de Grilhões de Madeira)
Quem usa:
Senju Hashirama e Yamato
Rank: -
Descrição: O portador da Kekkei Genkai Mokuton, se utilizando dela, pode criar uma cúpula de madeira, que pode servir como uma forma de enclausurar o inimigo, ou então uma barreira muito resistente que pode ser usada como uma forma de defesa para ataques inimigos.

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21 Re: Pirâmides, tempestades e outros em Ter 16 Jun 2015, 15:44

Sam

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Aluno de Academia
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Nada ouvia, nada pensava... era como se eu estivesse em sono profundo ou em um leve coma. Subitamente uma tênua voz chamou pelo meu nome, calma e longe. Quem é?, perguntei inconscientemente, mas nada me respondia, e as palavras continuavam a ecoar várias vezes. Com um lapse dos ecos, um silêncio pairou sobre meus sentidos, e aos poucos minha consciência começou a voltar. Minha cabeça pesava como aço e doía onde acertara na parede junto ao meu corpo. Com um leve gemido de angústia comecei a me levantar, sustentando-me pelos meus pequenos braços apoiados ao chão.

─ O que houve? ─ perguntei ao garoto ali próximo, que me observava preocupado, mas a resposta veio do cenário apresentado às minhas vistas ao olhar ao redor, girando o pescoço. Madeira se encontava por todo os lados, e eu sentia que uma simples faísca poderia provocar um grandioso incêndio naquele saguão. Era possível ouvir um gemido de fúria comprimida de um emaranhdo de galhos que se retorciam, como se prendessem e guardassem ao mesmo tempo um valioso tesouro. Sentei ali mesmo, atento ao casulo de madeira que acomodava a grande estátua viva. Soltei um breve riso irônico, devido à situação. Era como um casulo de borboleta ridicularizado pela natureza, algo que ironizava em demasia aquela coisa truculenta. Levantei desengonçado, apoiando-me à parede. Meu corpo doía sutilmente pela pancada recebida pela criatura e deferida contra a parede, mas o tempo me faria esquecer dela para continuar a jornada para fora daquele labirinto mortífero.

─ Devemos prosseguir ─ comentei, caminhando para pegar minha espada que caíra ali próximo. Ela estava limpa de arranhões, apenas imunda de sujeira. Impressionei-me com sua resistência, pois uma lâmina qualquer já teria sido destruída há muito. Sorri com a esperança que aquilo trazia, e embainhei a arma novamente. Pulei ao alcance da tocha acima de mim, na parede, e agarrei-a. Por um momento ou dois, pensei em provocar propositalmente um incêndio na câmara ateando o fogo da tocha aos galhos que prendiam a coisa, mas me acanhei ao pensar que isso poderia ser uma brecha para enfraquecer a madeira para que ele pudesse se livrar devido sua estrutura de pedra. Avistei ao longe, no canto do teto, uma abertura para o andar superior, e esse seria nosso próximo passo para triunfar na fuga.

─ Vem comigo! ─ avisei ao meu companheiro, enquanto corria em direção à passagem. O monstro urrou quando passei próximo a ele carregando a tocha. Tentei ignorar sua ameaça, mas meu corpo não estava nada grato pela pancada recebida previamente. Parei por um segundo, e as chamas da tocha lamberam um dos galhos do emaranhado de madeira que circundava a estátua. Era como um sistema, e o fogo ia se alastrando como o fluxo de eletrecidade por fios. Esplendoroso!, admirei encantado, mas não podia permanecer ali, de outro modo seria queimado vivo quando o fogo tomasse boa parte da madeira daquele local. Prossegui correndo em rumo ao buraco do teto, escalando a parede sem utilizar as mãos, enquanto o fogo consumia a câmara abaixo de mim, e a fumaça preta começava a se alastrar pelos corredores vizinhos, e seguia-me para cima.

Um atestado de morte ou uma possível prevenção, não poderia certificar, mas fui pela minha intuição. O monstro poderia soltar-se e vir atrás de nós ou falecer ali mesmo, mas uma coisa era certa: aquela fumaça era tóxica, e ficar exposto a ela não seria nada benéfico. O que fiz já foi feito, e agora o melhor a se fazer é remediar nosso perigo, saindo do alcance do poluente o mais rápido possível.
Ki Nobori no Shugyō (Prática de Escalar Árvores)
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Descrição: Este é um método de treinamento utilizado para obter as competências básicas de controle de Chakra. Esta prática envolve uma quantidade fixa e concentrada de chakra no fundo de seus pés, e que depois pode usar isso para subir uma árvore sem utilizar as mãos. Se o fluxo de chakra é muito fraco, o usuário escorregará o seu pé na árvore e cairá. Se for demasiado forte, o utilizador será empurrado para longe da árvore, fazendo com que a casca da árvore quebre em torno do ponto de contacto e a queda do utilizador.
Fonte: http://naruto.wikia.com/wiki/Tree_Climbing_Practice
Ps. Acabei de voltar a escrever depois de quase um ano, então não me julguem, pls =/



Antigos nomes: Gui1602, Will.I.Am, Scott
"E, muitas vezes, um homem muito pequeno pode lançar uma sombra muito grande."

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22 Re: Pirâmides, tempestades e outros em Seg 22 Jun 2015, 11:23

Kazuki Takahashi

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Tyrion parecia bem depois do golpe que tinha acabado de receber. Ele pega sua espada, que por visto está em perfeito estado, pega uma tocha e me chama para ir em direção a uma abertura que ele encontrara. Sigo-o devagar, passando ao lado daquela enorme criatura coberta agora por galhos que eu tinha acabado de fazer. Por um momento, veio uma enorme vontade de xingar muito aquele nanico que por acidente ou não, tocara fogo em toda aquela sala. Mas não conseguia pensar em nada a não ser sair logo daquele lugar que já estava domado pelas chamas.

Ao chegar na pequena abertura, Tyron passa por ela com tranquilidade, enquanto eu me contorço com dificuldade até conseguir atravessa-la. Caímos então em uma coisa fofa, achei que fosse algum tipo de acolchoado. Peço a tocha de Tyron emprestada e levado-a o mais alto que posso. Que pirâmide maravilhosa nós fomos nos meter. A coisa fofa que tínhamos acabado de cair, era nada mais nada menos do que teias de aranha. Para piorar, por toda nossa volta existia casulos de que eu temia que fosse ovos do monstro aracnídeo que eu não queria conhecer. Como eu sabia que era monstro? Os casulos eram do tamanho de Tyron.

Com cautela, chamei Tyron para sairmos daquela sala o mais rápido possível, sem fazer barulho. Mas a fumaça do incêndio da sala ao lado estava começando a entrar pela abertura onde tinhamos passado. Rapidamente o cheiro insuportável tomou conta da sala, e um barulho amedrontador urrava. Não sabia se era onde estávamos ou era na sala ao lado, só sabia que não queria conhecer o dono desse urro.

Continuo a caminhar com Tyrion devagar com um pouco de pressa, quando piso em algo mole e viscoso. Sinto um breve movimento no teto. Com um breve movimento, empurro Tyrion para a direita a tempo de livra-lo de um golpe, não deu tempo pensar em nada e eu já estava voando contra a parede. Por sorte, aquele lugar todo estava revestido de teias, o que amortecera minha batida, em contra partida, fiquei preso naquele emaranhado sem conseguir me soltar. O que vi ali era extremamente surreal. Uma aranha de mais ou menos 5m de comprimento estava ali, com olhos vermelhos, olhando para os intrusos que acabaram de adentrar no que parecia ser seu lar.


-Tyrion! Cuidado!

Spoiler:
Ki Nobori no Shugyō (Prática de Escalar Árvores)
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23 Re: Pirâmides, tempestades e outros em Dom 22 Out 2017, 17:18

Sam

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Aluno de Academia
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Quanto mais eu ficava naquela pirâmide, mais rápido eu desejava sair dela. Parecia que aquele lugar já era a morte, que por mais que tentássemos a qualquer custo fugir dela, seria impossível. Pare de pensar assim!, briguei comigo mesmo. Se eu continuar pensando assim, nunca sairei mesmo desse lugar tenebroso. Mas uma coisa era certa: não havia nada de normal naquele labirinto sem fim, tudo era bastante macabro. Se eu pudesse imaginar o mundo lá fora, imaginaria uma nuvem negra pairando sobre o ápice daquela estrutura geométrica.

A cada câmara que atravessávamos, um novo desafio monstruoso nos aparecia para combate. Subitamente, fui tomado por um curto pânico pelo o que nos fora exposto. Mais aranhas?, pensei. Porém essas, não nascidas. Aliviei um tanto enquanto tentávamos fugir daquele lugar amedrontador. A saída daquele saguão era iluminada por um corredor ao lado oposto do que estávamos, o qual nos levaria ao fim daquele labirinto fúnebre, se tivermos sorte - o que seria pouco provável, devido ao meu pouco otimismo que aquele lugar fizera eu ter.

Em instantes de caminhada, um barulho vindo do teto arrepiou todos os pontos do meu corpo. Seria a mãe dessas criaturas enclausuradas? Mas sem muito tempo para pensar, Kazuki me empurrou para o lado, salvando-me das patas peludas do monstro de meus breves pensamentos. Droga, tenho que parar de pensar nessas coisas ruins... parece que atrai. Desembainhei minha katana, aprontando-me ao combate. O garoto voou para um canto próximo cheio de teia, no qual pareceu encurralado.

─ KAZUKI! ─ gritei, enquanto aqueles infinitos olhos vermelhos do monstro nos encarava, famintos. Controlar sua mente talvez não seja tão difícil, pensei. Corri ao encontro do meu companheiro e, habilidosamente com minha espada, desvencilhei-o das teias que o prendia. A aranha gigante agitou-se para um canto um pouco distante, de nós, parecendo preparar um ataque. Não tao rápido. Embainhei minha katana novamente e, com um selo de mãos formado mirando a ela, gritei: Ninpou - Sinranshin no Jutsu! A aranha imobilizou-se por um momento, o tempo que poderíamos usar para fugir daquela sala gigante horripilante... mas seus olhos pareceram estar embebidos por medo e fúria. Estaria com fome e seríamos sua comida, ou estaria com medo por seus filhotes? Preferi não fazer essa escolha, pois a saída não estava longe.

O monstro começou a agitar-se acima de nós enquanto buscávamos sair dali. Nossa tocha havia se apagado com o ataque da besta, então a iluminação do lugar estava limitado apenas pela saída. Porém minha visão estava se acostumando, e cada vez era possível ver mais pela escuridão. Meu jutsu parecia se enfraquecer, e a aranha parecia conseguir se livrar dos meus poderes mais rápido do que o esperado. Não deveria tê-la subestimado. Com uma força inexplicável, ainda sob meu controle, ela cuspiu uma quantidade enorme de teia por toda a câmara. Desfiz o selo e, desembainhando rapidamente minha espada, cortei a parte da teia que vinha em nossa direção, protegendo-nos.

─ Devemos sair daqui o mais rápido possível! ─ disse ao garoto. Aquela teia parecia ter algo a mais que me dava um mau presságio. CRACK! Ouvi algo próximo rachar, e o barulho começou a se espalhar por todo lugar e, com isso, perninhas peludas começaram a brotar em todo lugar... e de repente, senti um arrepio na espinha. Esses casulos estão nascendo. Uma pequena aranha pulou contra nós, mas habilmente enfiei minha katana em seu corpo e joguei-a para longe. Mas algo me dizia que aquele fora apenas o primeiro dos diversos ataques a caminho. Embainhei mais uma vez minha espada e juntei minhas mãos: Shinran Enbu no Jutsu! As pequenas aranhas que tinham nascido começaram a se atacar contra suas vontades, porém novas estavam saindo de casulos e vinham nos atacar.

─ Corra para a luz! ─ indiquei a Kazuki, enquanto eu pegava minha katana e ia abrindo o caminho, cortando teias, aranhas ao meio e qualquer coisa que buscasse bloquear nosso caminho. O garoto lutava atrás de mim para que, juntos, conseguíssemos sair daquele lugar mortal. Porém algo veio por cima e atingiu-me na cabeça: era uma nova aranha recém-nascida. Caí com ela no chão, interrompendo a fuga. Fechei meu punho e ataquei-a com um soco, buscando tirá-la de mim, com sucesso. Peguei minha espada ao lado no chão e ataquei-a, porém parecíamos encurralados pois, apesar de algumas das aranhas estarem se atacando, ainda havia outras fora do domínio de meu jutsu... e eu precisava de mais do que isso para conseguir sobreviver aos ataques que poderiam vir de qualquer lugar.

Ninpou - Shinranshin no Jutsu (Arte Ninja: Técnica da Confusão Mental)
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Descrição: O membro do Clã Yamanaka utiliza essa técnica em inimigos agrupados em duplas, pois o membro do Clã Yamanaka utiliza esse Jutsu para confundir a mente de um dos integrantes da dupla, e esse luta contra seu companheiro, apesar de estar consciente de seus atos não pode pará-los. O membro do Clã Yamanaka deve manter o Selo de Mão durante a duração do Jutsu, e o Jutsu só pode ser executado em linha reta.


Shinran Enbu no Jutsu (Dança da Destruição de Mentes)
Rank : -
Isto é simplesmente uma versão em larga escala do Shinranshin Jutsu, onde o grande volume de pessoas afetadas em uma determinada área é muito maior. Tal como o seu pai a técnica faz com que o usuário ganhar controle completo do corpo do alvo, muitas vezes obrigando os aliados a atacar uns aos outros.

Obs. Quase dois anos sem postar, perdoe-me a falta de criatividade ou redação mal-elaborada, haha. Espero que com o tempo eu perca a ferrugem e volte a escrever melhor, rs. Fiquei com preguiça de reler o texto e corrigir possíveis erros, então me perdoe qualquer coisa kkk.



Última edição por Sam em Dom 22 Out 2017, 17:20, editado 1 vez(es) (Razão : Trocando os "-" por "─" nas falas)



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24 Re: Pirâmides, tempestades e outros em Sex 10 Nov 2017, 11:52

Aquiles

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