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Pirâmides, tempestades e outros

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26 Re: Pirâmides, tempestades e outros em Sab 14 Abr 2018, 17:10

Sam

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Aluno de Academia
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Seria um ronronar ou outro som? Não teria como saber, mas aquele barulho fora da cúpula emitido pelos aracnídeos tornava-se alto e mais alto, a um ponto que o simples falar tornava-se inaudíveis gritos ineficazes, deixando a comunicação verbal praticamente impossível, e a gestual mais ainda devido à ausência de luz dentro da proteção. Embainhei minha espada e minhas mãos se juntaram a formar o selo do carneiro. Fechei meus olhos.

Kazuki ─ chamei-o telepaticamente ─ tenho uma ideia, mas talvez seja um pouco arriscada... ─ hesitei por um momento, depois prossegui: ─ preciso de que abra uma fresta nesta cúpula para que eu obtenha visão da criatura maior, talvez eu consiga tirar-nos daqui... meu corpo ficará desacordado, mas tornarei a grande criatura em nossa aliada ─ Quando ele o fez, desfiz o selo do carneiro e juntei minhas mãos em outra posição, mirando na aranha-mãe: ─ Shintenshin no Jutsu! ─ invoquei, enquanto minha alma era transferida para a colossal criatura.

Meu corpo caiu no chão, imóvel. Porém agora eu já não era mais o pequeno anão, mas a gigante aranha. Era uma sensação estranha ter vários olhos olhando a tudo e a todos, mas eu sentia que logo seria capaz de me acostumar a isso. Mas não ser pequeno, pela primeira vez na vida, é o mais engraçado de tudo, diverti-me com o pensamento. Parecia-me que eu tinha o controle de todas aquelas criaturas, e por um momento os pequenos monstros pareceram acalmar-se, sem saber se deveriam continuar o ataque ou o quê. Quando tentei me mover, o monstro relutou por dentro, e por um momento quase fui expulso de dentro dela, mas seu poderio restava mais em seu exército de miniaturas do que em si própria, então logo a contive pra prosseguir com minha obra.

A tentativa fora de mandá-las recuar, mas o máximo que almejei fora um ronronar e ranger de dentes; o que me parecera suficiente para fazê-las entender o propósito. Todas recuaram, algumas relutantes por estarem brigando umas com as outras pelos efeitos do ataque lançado anteriormente, mas a porta estava livre para saída. Despreguei-me das teias e fui à terra. Eu poderia ser grande, mas a passagem era suficientemente espaçosa para aquele corpo. Ainda me acostumando com aquele mundo de pernas, desloquei-me lentamente para a porta e abaixei meu corpo inofensivamente, com intenção de que meu parceiro montasse em minhas costas junto de meu real corpo para que pudéssemos averiguar as próximas aventuras naquele monstruoso labirinto sufocante de pedra e areia.

Shindenshin no Jutsu 心伝身の術 (Técnica de Transmissão da Mente do Corpo)
Rank: -
Classificação: Hiden, Ninjutsu
Classe: Suplementar
Alcance: Todos os alcances
Selos: Carneiro
Descrição: O membro do Clã Yamanaka pode conectar pessoas para comunicarem-se telepaticamente entre si, sendo possível inclusive a comunicação entre várias pessoas de uma única vez. Esta técnica permite transmitir pensamentos, imagens, memórias , ou mesmo sentimentos fortes. No entanto, quanto mais pessoas estiverem conectadas através desta técnica, mais uma tensão física é colocada sobre o usuário, forçando-o a manter a conexão por períodos mais curtos para evitar de alguma forma sofrer lesões.
Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=BkSGa_llsaQ e https://www.youtube.com/watch?v=0QPO3K8cksE
Fonte: http://pt-br.naruto.wikia.com/wiki/T%C3%A9cnica_de_Transmiss%C3%A3o_da_Mente_do_Corpo


Shintenshin no Jutsu 心転身の術 (Técnica de Troca da Mente do Corpo)
Rank: C
Classificação: Hiden, Ninjutsu
Classe: Suplementar
Alcance: Todos os alcances
Selos: Selo específico da técnica
Descrição: O membro do Clã Yamanaka envia sua mente como energia espiritual ao corpo de um alvo suplantando a mente do alvo com a sua própria. O usuário transfere sua consciência para o alvo, dando-lhe controle total do corpo por um curto período de tempo e sendo capaz de se comunicar com o alvo. Uma vez que o usuário está em um outro corpo, eles também são capazes de usar o chakra e habilidades desse organismo, além das suas próprias. Normalmente, seu corpo original é deixado indefeso enquanto esta técnica é ativa, deixando-a suscetível ao ataque até que ele volte. A transferência de mente se move em uma direção reta e leva algum tempo para voltar ao corpo do usuário se ele erra. Da mesma forma, se a vontade do oponente é forte o suficiente, ele pode forçar o usuário a partir de seu corpo. Ainda, caso de qualquer dano físico suceder o corpo da vítima, enquanto a mente ligada está ativa, ele faria com que o corpo do usuário também recebesse essas mesmas lesões, podendo ser corrigido se o usuário cancelar a técnica antes de o corpo da vítima receber o dano.
Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=6eGENJv07_A e https://www.youtube.com/watch?v=Xbsps9FW23M
Fonte: http://pt-br.naruto.wikia.com/wiki/T%C3%A9cnica_de_Troca_da_Mente_do_Corpo
Obs. Jutsus do Inoichi: http://naruto.ativoforum.com/t124225-ficha-pronta-yamanaka-inoichi#1609417

http://harryrpgpotter.forumeiros.com

27 Re: Pirâmides, tempestades e outros em Ter 17 Abr 2018, 14:42

Kazuki

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Aluno de Academia
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Foi, de longe, a sensação mais estranha que já teríamos passado até aquele momento. Depois de abrir a passagem para o plano do anão, vi seu corpo amolecendo e amparei antes que acabasse naquele chão nojento. De primeira instância exitei olhando aquele exército de aranhas ao meu redor, mas estranhei quando elas pararam subitamente de atacar. Aquele monstro gigante estava se comportando de uma maneira complemente diferente do que tinha acontecido até então, e não parava por ai. Aquele aracnídeo passou por mim como se eu não existisse e se abaixou para que eu pudesse subir em suas costas.

- Mas o que...? Tyrion?

Entendi naquela hora o que tinha acontecido. Tyrion tinha tomado controle sobre o corpo da criatura. Era simplesmente uma técnica esplêndida! Peguei seu corpo imóvel, meio de mal jeito, afinal não era a pessoa mais jeitosa do mundo, coloquei-o no ombro, não era tão pesado no fim das contas, e comecei a subir nas costas da aranha mãe.

- Desculpe pelo mal jeito com o seu corpo, caro amigo.

Coloquei Tyrion atrás de mim na parte mais alta da criatura e sentei um pouco atrás de sua cabeça, onde seria seu pescoço, imaginei.

- Bom.. Acho que agora vamos em frente. Vamos encontrar a saída desse lugar logo, antes que percamos o controle da criatura.

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28 Re: Pirâmides, tempestades e outros em Ter 17 Abr 2018, 16:06

Ayako.

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Aluno de Academia
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Touka locomovia-se majestosamente no interior da câmara faraônica, decifrando arduamente as inscrições esculpidas na pedra empoeirada da grande pirâmide enquanto o restante de seu grupo de arqueólogos assistia estaticamente seguindo com os olhos cada milímetro percorrido pela lupa da jovem. ─ Vejam, parece que o que temos aqui são inscrições deixadas pelo faraó a respeito da pirâmide. Tudo está minuciosamente detalhado, cada centímetro, cada armadilha ou câmara de tortura, até mesmo o local onde seria sua tumba e o esconderijo para todo o seu tesouro. ─ Explicou para todos ao redor. ─ Se eu conseguir mais um tempo, podemos sair daqui com todos os segredos do Egito, além de uma quantia gigantesca de ouro, suficiente para nossas próximas dez gerações ─ exclamou por fim, rodeando o restante da câmara em busca do restante do "mapa" da pirâmide. Caminhou calmamente pelo interior, atentando-se às paredes como se fossem a coisa mais fascinante de todo o mundo, até que em um dos seus passos o chão cedeu, como se aquele pedregulho fosse uma espécie de botão. Depois disso, quase que instantaneamente, toda a estrutura da sala começou a tremer e poeira se espalhou pelo local que poucos segundos depois começou a desmoronar, derrubando pedra sobre pedra e cobrindo corpos de arqueólogos que foram esmagados sem chance de escaparem.

Aos passar dos segundos que se seguiram, o interior da pirâmide transformou-se num verdadeiro pandemônio, um tormento de carne, sangue, pedra e poeira. Um emaranhado de vozes suplicantes pela piedade dos deuses ergueu-se, enquanto Touka movia-se habilmente procurando manter-se inatingível, os olhos escarlates movendo-se velozmente a procura de cada mínimo pedregulho que buscasse atingi-la, até que uma gigantesca rocha despencou dos céus, rocha esta a qual a garota não conseguiu esquivar e impactou seu corpo lançando-o ao chão e causando ferimentos aos seus membros. O silêncio irrompeu pela sala e o cheiro da morte tomou conta, ninguém teria recompensa por invadir aquele lugar.


...



As trevas começaram a se esvair e a dor preenchia-a por completo quando Touka abriu os olhos novamente, aturdida e confusa, sem saber ao certo onde estava e a quanto tempo seu corpo jazia paralisado sob o teto pedregoso que desmoronara sobre ela. Obrigou-se em meio a gemidos de dor a empurrar para o lado as rochas que ainda a cobriam enquanto com o apoio das mãos tentava se colocar de pé ─ Mas que inferno, como eu cheguei a esse ponto, eu estava quase conseguindo, estava quase lá... - Praguejou pondo-se a caminhar lentamente enquanto vistoriava o ambiente ao redor. A câmara agora, mais parecia uma tumba, preenchida por corpo em decomposição cobertos por panos rasgados e imersos em pó ─ Não restou ninguém, provavelmente também não resta mais nada que eu possa me aproveitar aqui, preciso sair desse lugar, não sei quantos dias fiquei desacordada e a quanto tempo estou sem comida ou água, é provável que eu não tenha muito mais tempo. - Sussurrou para si mesma enquanto deixava a sala atravessando uma entrada que havia sido feita com o desmoronamento do teto e dos pilares que mantinham a sala.


Considerem;
• Tenho a aparência de Kirishima Touka do anime Tokyo Ghoul - vide meu avatar-.
• Meu personagem é Uchiha Sasuke - Juuinjutsu (vulgo Sasuke com a marca da maldição do céu).
• Minha ficha está na minha assinatura, basta clicar na imagem e serão redirecionados para ela.
• Não narro nada há mais ou menos dois anos, então peguem leve. -q
• Eu estava na pirâmide antes mesmo de vocês entrarem nela, como narrei, fui soterrada durante uma expedição e me encontro em uma sala que vocês não vasculharam ainda.
• De resto, vejo vocês em breve, galera.

29 Re: Pirâmides, tempestades e outros em Sab 21 Abr 2018, 00:36

Sam

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Aluno de Academia
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Obs. Ayako, escreveu na fonte 10? aushaushaush. Desculpem-me a demora, tive uma falta de tempo e depois um certo bloqueio criativo... mas espero que este post dê para o gasto rs. Kaz, faça seu próximo post valer mais à pena do que esse meu, pfv Razz
________________________________

Bati minhas garras uma na outra e tomei partida quando todos estavam a bordo. A sensação de controlar várias pernas de uma vez era esquisita, e pior ainda era me deslocar entre uma parede e outra sem esbarrar nelas a todo instante. Mas com o tempo fui pegando prática, e as trombadas se tornaram menos recorrentes. Já havia alcançado um novo andar na pirâmide, e tinha a sensação de ter atingido seu coração. Eu poderia estar próximo à saída se algumas pedras não tivessem cedido do teto e obstruído corredores com entulhos empoeirados. Segui em frente, haveria de ter outro caminho.

Puff! Soltei uma teia sem querer quando um bloco de pedra caiu em minha frente, assustando-me. Recuei desjeitosamente. Ouvi reclamações de um de meus tripulantes, contudo as ignorei com avidez. Estava agora perante ao que indicava ser um abismo sem fundo, mas uma luz vinda do alto permitiu-me enxergar melhor. Meus múltiplos olhos escarlate piscaram algumas vezes a se adaptar à penumbra. Era como uma grande torre com escadas circulares estreitas. Escalar tudo isso, com meu tamanho, será difícil. Bati meus apêndices fazendo um sonido comum de aracnídeos, e comecei a me deslocar pelos degraus. Escutei uma pedra deslizar abaixo e demorar a ecoar. Ele é fundo. Por precaução, me pus a tecer teia a formar uma rede embaixo de nós, a qual poderia nos precaver de morrer precocemente. Comecei a subir para alcançar a luz. Senti um corpo deslizar levemente para baixo, mas empinei minha bunda para firmá-lo. Todavia, por algum outro motivo, ele havia parecia ter se firmado melhor.

Mas aquela escalada não parecia ter fim, e as armadilhas não paravam se despencar em enormes pedras soltas abaixo de mim. Ao menos tenho várias patas a me darem apoio. Perdi-me de quantas vezes necessitei de pular para alcançar outros degraus, e quantas teias de proteção criei para proteger os corpos de possível tombo. Ao menos estas enormes pernas me fornecem um bom impulso, refleti. Mas eu já estava cansando de ser uma aranha, e a viagem que poderia ser rápida parecia tomar uma eternidade naquele corpo. Talvez meu corpo nanico seja mais ágil. Subitamente, num movimento brusco, todos degraus abaixo de mim cederam, e caí lá de cima juntamente com toda sua tripulação.

Voltei logo ao meu corpo original, que caía em queda livre. Meu tombo foi cessado pela escadaria abaixo, fazendo-me rolar um pouco sobre ela até cessar. Porém, a atingi de costas. Por um momento ou dois fiquei sem ar, como se respirar fosse impossível. Meu simples medo virou puro desespero. Tentei sentar, mas o ar não entrava fácil. Foi quando desferi-me um forte soco no peito, e um sopro de ar entrou pela minha boca, permitido-me viver por mais um dia. Fiquei certo momento parado, acalmando-me, mas levantei quando escutei um guincho da aranha, afastando-se de onde quer que estivesse.

KAZUKI! ─ gritei pelo garoto. Teria eu matado-o pela minha imprudência? Um certo medo tomou conta de mim, mas quando olhei para baixo, vi seu corpo jazer na escadaria oposta. Bamboleei-me arrastando pelas paredes ao seu alcance. Adquiri duas câimbras durante a trajetória, mas a adrenalina correndo em minhas veias as abafaram. Havia uma teia logo acima dele, entretanto estava destruída. Deve ter amortecido sua queda, mas ainda assim estava desacordado. Você não pode morrer! Juntei minhas pequenas mãos em seu peito e o massageei com forças esporádicas, e de repente o garoto reacordou assustado, puxando o ar com força pela boca.

Bom que está vivo, não pode morrer agora ─ sorri aliviado. ─ Estamos próximos à luz, venha ─ e retomei o percurso lentamente, com o garoto me seguindo. Estávamos quase lá.

A luz castigava bondosamente meus olhos. Era uma mistura de dor e prazer depois daquele breu que cativou-me por algum tempo naquele abismo; parecia ter sido uma eternidade. Agora, eu tinha visão de todo aquele deserto, o gigante traiçoeiro oceano de areia. As areias pareciam deslizar-se lá no chão como pequenas ondas no mar, e o sol se punha novamente. Quantos dias aquele labirinto de pedra havia me prendido ali? Mas ao menos a tempestade parecia ter abaixado por ora. Eu poderia muito bem passar por aquele buraco com meu corpo pequeno e me declarar livre, mas certamente não sobreviveria à queda. Estaria eu no topo? Não saberia informar ao certo daquela janela, porém em alguma das paredes limitadoras daquela estrutura geométrica eu claramente jazia. Mas eu não podia ficar ali para sempre, logo seria noite. Tornei minhas costas para a janela e prossegui viagem, deixando que o sol se punha sozinho atrás de mim.

Kaz... ─ balbuciei estupefato. Um enorme teto com firmes grades pairava no céu daquela câmara vizinha, e um enorme jardim interno quedava com vários tipos de plantas diferentes. Como viviam ali dentro sem água? Havia de ter água corrente em algum lugar... mas onde? Subterrânea? De qualquer modo, a beleza daquele espaço era de encantar a qualquer um. Flores, espinhos, caules retorcidos e raízes largas tomavam conta de boa parte da paisagem, e não havia nada a reclamar daquilo... exceto por um pedaço de chão que havia cedido mais à frente, ao outro lado daquele saguão. Eu poderia ir com o garoto averiguar do que aquilo se tratava, mas meu outro corpo suplicava por água. Há de tê-la em algum lugar... em algum canto. E em um canto estava uma espécie de poço embutido na parede. De onde tinha toda aquela água era o mistério, mas pouco me importava as leis da natureza naquele momento, apenas a minha sede. Puxei um balde de água e bebi dele, deixando a outra parte para meu companheiro de aventuras.

Beba ─ ofereci, limpando a água da boca. ─ Ainda há muito a descobrir por aqui.

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30 Re: Pirâmides, tempestades e outros em Seg 23 Abr 2018, 11:41

Kazuki

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Aluno de Academia
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Era uma sensação estranhíssima. Era a primeira vez que eu andava de carona em um aracnídeo gigante. Minha sorte era que aquela criatura estava sendo controlada por alguém que eu tinha uma certa confiança. Armadilha e mais armadilhas vinham uma atrás da outra e a cada uma que passávamos, a aranha ficava mais assustada.

- Calma ai companheiro, vai acabar derrubando seu corpo.

Chegando em uma determinada área, Tyrion em seu corpo de 8 pernas começou a subir uma escada estranhíssima com um abismo infinito ao nosso lado. Foi uma ideia esperta tecer teias constantemente para evitar alguns acidentes. De fato aquela ideia foi útil. Por um descuido ou por uma armadilha que não esperávamos, despencamos de uma altura considerável. Na queda, vi aquela teia tecida abaixo de mim e deu um certo alívio, mas foi um alívio momentâneo, pois quando cheguei nela simplesmente a varei. Passei por ela como se não existisse, caindo de costas em uma escada mais abaixo. Fiquei alguns segundos inconsciente sem conseguir respirar, até que consigo tornar vendo Tyrion ao meu lado com um sorriso.

- Seria uma droga morrer nesse local.

Levantei com um pouco de dificuldade e segui meu companheiro escada acima. Chegamos em um local totalmente diferente que tínhamos visto até então. Diferente do resto da pirâmide, aquele lugar tinha uma aparência agradável. Tinha uma vida esplêndida e diferente de todo resto, era bem iluminada. Parecíamos estar alguns metros acima dessa vez, aquela escada realmente nos levara por toda pirâmide. Fiquei maravilhado com toda aquela vida, de alguma forma aquilo me vitalizava. Tinha várias plantas e flores diferentes, inclusive, que eu não fazia ideia do que eram ou para que serviam. Aceitei a oferta de Tyrion e bebi aquela água que a tempos não víamos e que estava, de fato, precisando. Mas um buraco estranho me chamou a atenção naquele local. Parecia ser profundo, provavelmente levaria para o interior da pirâmide novamente. Porém as escadas tinham nos levado até aquele local, mas não existiam saídas, nem muito menos havia passagens pelos degraus anteriores. Seria a única saída que tínhamos? Cheguei próximo ao buraco e olhei para baixo.

- Olá? -Falei com um certo receio, não esperava receber resposta alguma.


Considerações:
Ayako, se possível, considere que você chegará a uma sala que possua um buraco no teto, seria o nosso ponto de encontro. Deixo o resto com você.

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